Arquivo de agosto \24\UTC 2012

A Figura do Detetive

 Ruas escuras iluminadas apenas pelos avisos de neon, uma figura solitária anda sozinha com um casaco sobre tudo de gola alta e um chapéu na cabeça, preso em seus pensamentos profundos ou então o homem bem vestido com um chapéu de lã e uma lupa na mão investigando a cena do crime, essas são algumas das visões mais comuns que temos do herói do texto de hoje, o detetive. No ultimo texto eu falei um pouco sobre um dos meus gêneros favoritos que é a ficção cientifica, hoje eu decidi falar sobre outro dos meus gêneros favoritos, as historias policiais e assim como a ficção o gênero policial tem uma infinidade de variações como as historias de gangster, mas no post de hoje eu vou focar nas historias de detetive, principalmente as clássicas e o Noir. As historias de detetive, mais especificamente Sherlock Holmes foram uma das minhas portas de entrada na literatura, junto com historias de fantasia e ate hoje é um dos gêneros pelo qual eu mais tenho carinho.

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Conto 15: Aranhas

 Esse é um dos contos antigos que tinha aqui, ele passou um bom tempo esquecido no fundo da minha mente, pois eu estava completamente travado sem saber como conclui-lo, um dia desses enquanto enrolava para continuar escrevendo Ordinário decide por tentar reescreve-lo do zero e ver se conseguia alguma coisa, depois de um tempo consegui escrevê-lo ate o fim. A ideia básica surgiu num dia de aula há muito tempo atrás em que uma barata apareceu na minha sala de aula causando uma serie de comoções e gritos desesperados, naquele momento eu me toquei da capacidade de serem asquerosamente assustadores que os insetos têm, na hora de escrever optei por usar aranhas, pois conheço um grande numero de gente com aracnofobia e esse conto é dedicado a todas elas. O estilo que optei aqui foi um conto bem kinginiano (eu não acho que isso seja um realmente um termo), então para aqueles que conhecem o estilo de historia de Stephen King irão perceber a semelhança. Espero que tenha trazido o repelente.

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Dica Literária 03: A Piada Mortal

 Passando o tempo essa semana e aproveitando toda a Batmania gerada por Rises eu decidi pegar para reler a historia que eu considero junto com Ano Um e o Cavaleiro das Trevas a minha favorita do herói. A Piada Mortal ( The Killing Joke no original) é para muitos a historia definitiva do relacionamento do herói com o Coringa. O quadrinho foi escrito pelo feiticeiro barbudo Alan Moore que mudou para sempre a visão que se tinha do Coringa e trouxe uma mudança pro universo do morcego que só foi desconsiderada ano passado quando a DC rebotou seu universo. Mas afinal de contas o que faz a piada mortal uma HQ tão comentada e respeitada? Esse post vai conter alguns spoilers da trama, então não diga que eu não avisei.

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Conto 13.Finale: Ordinário

 E finalmente chegamos ao final da historia. Olhando para trás eu vejo o tanto de trabalho e tempo que essa historia me consumiu, cada parte escrita me deixava completamente exausto e sem ideias para onde seguir depois. Por diversas vezes eu pensei em largar o conto e partir para outras ideias (na verdade eu devo ter feito isso umas duas vezes), mas eu fico feliz que tenha me esforçado para terminar ele. Todo o conto, mas principalmente esse final ficarem bem diferentes do que eu achei que seriam inicialmente, mas não vou mentir que o caminho que o conto escolheu por seguir (pois afinal de contas às historias tem vida própria) foi mais interessante do que a minha ideia original. Vamos juntos mais uma vez, pois eu acho que já consigo ver a luz na escuridão daqui.

Esse conto contem linguajar e cenas que podem ofender os de corações mais fraco

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Eu gosto do meu futuro bem sujo e destruído, obrigado

 Mesmo sendo um amante de ficção cientifica eu nunca consegui realmente gostar de Star Trek e vai por mim, não foi por falta de tentativa. Tem algo naquelas naves limpinhas que nunca conseguiu realmente me conquistar. Esse é o mesmo motivo que eu realmente estranhei a visão do futuro de Ridley Scott em Prometheus, pois lá estava à nave bonitinha brilhante e bem arrumada, não a coisa suja e caótica que o diretor apresentou em Alien. A essa altura você deve estar imaginando em que diabos de lugar eu quero chegar criticando naves limpinhas. Na verdade é um local bem simples, minha ideia com esse texto é discutir um pouco sobre a visão do futuro nas obras de ficção.

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Conto 13.7: Ordinário

 Só falta mais um agora. Depois de alguns dias de atraso finalmente trago a sétima parte de Ordinário, a historia esta chega ao seu clímax. Essa parte marcou uma parte importante do processo de escrita desse conto, foi depois de terminar ela que eu passei alguns dias perdidos sem saber que caminho deveria seguir para continuar a historia. Depois de uma serie de rascunhos descartados, escrever e rescrever eu  finalmente depois de alguns dias consegui seguir com a historia, deu trabalho, mas acho que me sai bem. Amanhã sai a ultima parte do conto.

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Conto 13.6: Ordinário

  Essa parte marca o momento que a historia começa a se mover para o seu clímax, o final de Ordinário já esta escrito, depois de uma jornada exaustiva e litros de café consumidos eu finalmente posso dizer que terminei essa historia, mas ainda não é o momento de largar o teclado e esquecer essa cidade no meio do nada, isso só será feito quando eu lançar a ultima parte aqui no blog. Trabalhar com esse conto foi o meu trabalho mais complicado como escritor, cada pedaço finalizado me deixava esgotado e sem ideia do que viria depois, foi uma experiência interessante, mas em parte estou feliz de ter acabado. Agora se o final que tenho aqui vai ser o mesmo que você lera num futuro próximo eu não posso dizer, normalmente quando vou reler um conto para corrigir defeitos, acabo por algumas vezes modifica-lo por inteiro. Por hora vamos apenas mergulhar na escuridão e ver o que existe nela, dessa vez eu estou com minha lanterna.

Esse conto contem linguajar e cenas que podem ofender os de corações mais fraco

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