Arquivo de junho \29\UTC 2012

Conto 13.2: Ordinário

  Essa é a segunda parte de um conto seriado, aconselho fortemente ler a primeira antes de voltar aqui. A ideia para essa historia veio a mim um dia quando fiquei esperando um ônibus no ponto por mais de uma hora, claro que o conto em si não tem nada a ver com um ônibus, mas eu tive bastante tempo para divagar naquele dia. Minha ideia com esse conto é tentar fazer um terror Lovecraftiano, para aqueles que não conhecem H.P.Lovecraft é um escritor americano famoso por suas historias sobre o bizarro, monstros e insanidade.

Esse conto contem linguajar e cenas que podem ofender os de corações mais fraco 

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Conto 13.1: Ordinário

 Depois de um tempo parado, estive atolado cheio de coisas para resolver na faculdade, finalmente chega um novo conto aqui o blog, assim como O Escritor esse é um conto seriado e como eu não o finalizei ainda eu não tenho ideia de quantas partes ele vai vir a ter. A ideia para essa historia veio a mim um dia quando fiquei esperando um ônibus no ponto por mais de uma hora, claro que o conto em si não tem nada a ver com um ônibus, mas eu tive bastante tempo para divagar naquele dia. Minha ideia com esse conto é tentar fazer um terror Lovecraftiano, para aqueles que não conhecem H.P.Lovecraft  é um escritor americano famoso por suas historias sobre o bizarro, monstros e insanidade.

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Silent Hill Downpour

 Silent Hill Downpour

Desenvolvedora: Vatra Games

Publicadora: Konami

Gênero: Survivor-Horror

Modos de Jogo: Single Player

Plataforma: Ps3, Xbox 360 (Versão testada)

Eu tenho um carinho muito especial com a franquia Silent Hill, a serie é um dos maiores exemplos de como se criar um clima de horror perfeito que você pode encontrar por ai, não aquela coisa barata de quartos escuros com monstros pulando na sua cara que na primeira vez te da um susto, mas na decima já é previsível e chata.  Silent Hill sabe criar um clima de solidão e de verdadeiro terror como poucos, não só no universo dos jogos, mas também de filmes e livros. O grande truque de SH é usar a sua imaginação contra você, tudo que ele faz é da um pequeno empurrão, portas batendo, vultos correndo pelo corredor que você tem que seguir e então sua mente se prepara para o pior, você segue o seu caminho preparado e em muitos casos nada acontece e é nesse momento que você se encontra tenso e assustado como uma criança, num jogo de susto depois que o monstro pula do armário a adrenalina sobe para em seguida descer de novo, em um jogo como Silent Hill a tensão é constante. Leia o resto deste post »

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Conto 12: Três da Manhã

 Eu gosto muito de escrever quando estou entediado, então é normal que eu ande por ai com caderno e caneta para escrever quando estou em filas, ônibus, aeroporto e etc. Eu tenho dúzias de contos que comecei a escrever no caderno e por algum motivo nunca foram finalizados, esse foi um desses contos, na verdade ele tinha sido finalizado, mas eu nunca o publiquei por não ter ido tanto assim com a sua cara, um dia desse lendo diversos contos inacabados me dei de cara com ele e como sempre tive um carinho pela ideia geral decidi rescrever e dar uma oportunidade para ele brilhar ao sol.

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Conto 11: A Casa no Final da Rua

 Acabei tendo imprevistos e não consegui postar na quarta, mas sem problema, o conto de hoje originalmente ia ser dividido em duas partes, uma saindo na quarta e outra hoje, no fim ele saiu inteiro hoje. Aqui eu finalmente realizei uma velha vontade minha de escrever um conto sobre uma mansão mal assombrada, mas quis fugir do lugar comum, em vez de um conto de terror escrevi uma coisa mais leve, uma historia de amizade, ou ate mesmo uma historia de amor. Uma coisa interessante, no conto Amor, Estranho Amor falei que gosto de trabalhar com protagonistas femininas por não entender como a mente delas funciona, o que acaba sendo um desafio, aqui temos o contrario, gosto de pensar que lá no fundo eu ainda sou uma grande criança e acaba sendo fácil escrever sobre elas. Leia o resto deste post »

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Poesia 05: Coisas Frágeis

 O Nome dessa poesia veio da ótima coleção de contos e poesias de Neil Gaiman, Coisas Frágeis foi lançado no Brasil dividido em dois volumes pela Conrad, recentemente durante uma promoção da submarino consegui os dois volumes por um preço minúsculo, um dia enquanto encarava as capas deles o nome coisas frágeis ficou preso na minha cabeça, com o tempo esse poema surgiu na minha cabeça e depois de rescrever ele algumas vezes cheguei a essa versão final que eu gostei bastante.

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Resenha: O Corvo

 The Raven
EUA , 2012 – 110 minutos
Suspense

Direção:
James McTiegue

Roteiro:
Ben Livingston, Hannah Shakespeare

Elenco:
John Cusack, Alice Eve, Luke Evans, Brendan Gleeson, Kevin McNally

 

 

Assim como a critica dos Vingadores essa aqui esta sendo escrita por uma fã e não por um critico de cinema e como um grande fã do trabalho de Poe eu digo uma coisa O Corvo é decepcionante. Tirado isso do peito vamos seguir com a critica (levemente atrasada) do filme dirigido por James McTeigue aquele mesmo cara que destruiu uma das obras primas de Alan Moore (aquele velho bruxo que escreveu Watchmen), V de Vingança. Aqui temos uma tentativa de emular o sucesso dos últimos filmes de Sherlock “Tony Stark” Holmes, mas falha miseravelmente. Por um lado ele tenta ter um tom mais sombrio e violento que os filmes do detetive mais famoso da literatura, mas a historia não empolga e falta ao Poe do filme a mesma carisma do Holmes de Downey Jr. Leia o resto deste post »

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